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Sindicato dos Trabalhadores em Comunicação de Goiás

Facebook negocia com Hollywood produção de programas de TV

'Estamos focados em programas em série', disse Nick Grudin, vice-presidente de parcerias de mídia do Facebook

 Por Reuters

O Facebook está em negociações com estúdios de Hollywood para a produção de programas com qualidade de TV, com o objetivo de lançar uma programação original no terceiro trimestre, informou o "Wall Street Journal" neste domingo (25).

O gigante das redes sociais indicou que está disposto a comprometer-se com orçamentos de produção de até US$ 3 milhões por episódio, em reuniões com agências de talentos de Hollywood, informou o Journal, citando pessoas familiarizadas com o assunto.

O Facebook espera atingir o público entre 13 e 34 anos, com foco na faixa de 17 a 30 anos. A empresa já escalou "Strangers", um drama de relacionamento e um game show, "Last State Standing", disse a reportagem.

"Estamos focados em programas em série e em ajudar todos os nossos parceiros a entender o que funciona em diferentes verticais e tópicos", disse Nick Grudin, vice-presidente de parcerias de mídia do Facebook.

Espera-se que a empresa libere episódios de forma tradicional, em vez de liberar uma temporada inteira de uma só vez como Netflix e Amazon, informou o "WSJ".

A empresa também está disposta a compartilhar seus dados de audiência com Hollywood, segundo a reportagem.

Apple Inc contratou os co-presidentes da Sony Pictures Television, Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, no início deste mês, para liderar seus esforços de programação de video.

A Apple começou sua esperada incursão em séries originais de televisão na semana passada, com um reality show chamado "Planet of the Apps", um programa sem script sobre desenvolvedores tentando atrair o interesse de mentores em 60 segundos enquanto sobem uma escada rolante.

Fonte: g1.globo.com

O iPhone só existe porque Steve Jobs odiava um executivo da Microsoft

E você achando que a raiva só fazia mal às pessoas

Da próxima vez que você pegar seu iPhone na mão - seja para checar suas redes sociais, mandar mensagens ou, se você for old-fashioned, ligar para alguém -, saiba que este pequeno aparelho que você carrega só existe porque, um dia, um executivo da Microsoft irritou o Steve Jobs.

A história é real e foi compartilhada por Scott Forstall, que liderou a divisão de software enquanto Jobs comandava a empresa, durante um evento na última terça-feira (21). 

Segundo Forstall, o executivo - marido de uma amiga da esposa de Jobs - se gabava repetidas vezes dos tablets da Microsoft para Jobs, dizendo que eles iriam "dominar o mundo" com seus novos aparelhos. Dias depois, Jobs apareceu na Apple com uma série de diretrizes e disse "vamos mostrar a eles como se faz". 

Eis o perigo de mexer com pessoas inteligentes.

Fonte: gq.globo.com

Os clientes são nossos aliados de sucesso

Estabelecer uma relação de confiança é um dos principais desafios de negócio. Em um mundo volátil e, muitas vezes, construído sob um castelo de cartas, um relacionamento sem uma base  firme não permanece por muito tempo e pode mudar do dia para a noite.

A área do marketing é um recorte do mundo em que vivemos e quem está inserido nesse microcosmos sabe que relações construtivas são o primeiro passo para o sucesso. Nesse cenário, agências e clientes precisam equilibrar seu status quo e materializar uma ponte que permita o trânsito de ideias e ações que farão desta uma duradoura parceria.

O grupo de consultoria "The Beadford Group" frequentemente utiliza relevantes dados em seus artigos para discorrer sobre a perspectiva do mercado do marketing. Segundo eles, em 1984, a média da relação entre cliente-agência era de 7.2 anos. Uma segunda medição indicou que 13 anos depois, em 1997, a média caiu para 25%, com 5.3 anos de relacionamento apenas. E hoje essa média é menos de 3 anos.

O que isso nos indica?

Em termos práticos, a diminuição da média das relações entre clientes e agências aponta que não está acontecendo o alinhamento necessário para criar um vínculo duradouro entre as partes. E isso não quer dizer que apenas um lado é o responsável.

Ainda de acordo com "The Bedford Group" apenas 39% das relações de negócios geram resultados que atingem ou excedem a expectativa. Tal número mostra que há muitos pontos a serem melhorados nesta relação.

Entretanto, antes de entender o que precisa ser melhorado, precisamos compreender o papel do cliente e da agência.

O papel da agência  

Toda agência de marketing tem um objetivo principal, independentemente de seu nicho de atuação: unir pessoas que querem comprar à empresas que desejam vender, ou seja, ajudar seus clientes a venderem mais e conquistarem melhores resultados.

Pode parecer uma meta simples, mas é a complexidade dessa tarefa que apaixona e motiva diariamente os profissionais da área (nós!).

O mundo está diferente. E está diferente porque as pessoas estão diferentes. Como sociedade não somos os mesmos de 50, 30 ou até mesmo 5 anos atrás. E isso reflete na maneira com que as pessoas interagem com as marcas. O caminho entre público - marca possui muitos degraus, esquinas e obstáculos. E é aí que entra o trabalho da agência: encontrar os caminhos mais eficientes entre essas pessoas ávidas por uma empresa que responda suas questões e as empresas que querem vender (nunca podemos perder de vista) e fazer diferença real na vida dessas pessoas.

Entre algumas das responsabilidades inclui:

  • A criação de estratégia;
  • Planejamento das ações;
  • Expertise em sua área de atuação;
  • Apoio na criação de design e conteúdo (quando necessário);
  • Suporte operacional e gerencial; entre outros.

 

Antes que você imagine que estamos reduzindo o papel da agência em cinco tópicos, deixe-nos explicar. Essa pequena e enxuta lista não é tudo, dentro de cada tópico há pelo menos uma dezena de ações e responsabilidades.

O papel do cliente

Todo cliente espera que a agência chegue com uma solução final para suas demandas. É fato que nem sempre é possível entregar. Por que? Porque lidamos com pessoas. Não somente sobre nós, agências, mas as pessoas para quais queremos unir à uma empresa.

O ser humano, individualmente, responde de formas diferentes a um estímulo. Por isso, por tantas vezes entendê-los numa primeira vez não é uma tarefa possível. Ter a ajuda do cliente nessa empreitada é essencial, pois ninguém conhece (na maioria das vezes) a empresa, seu setor de atuação e seu público melhor do que o próprio cliente.

É pouco prático, da parte do cliente, esperar que a agência, mesmo com seus anos de atuação, chegue com uma solução mirabolante para que seus objetivos sejam alcançados. Pois, esse é um trabalho, uma missão conjunta.

Claro, as relações podem ser complicadas, mas não há como atingirmos uma meta comum sem um vínculo baseado em confiança e respeito. E quando falamos em respeito é além do respeito pela pessoa, mas também por seu tempo e trabalho (e, novamente, isso vale para ambos).

Dentro dessa relação agência-cliente há algumas coisas básicas que esperamos, como:

  • Entregas que façam sentido com objetivos e metas traçadas;
  • Abertura para sugerir novas ideias;
  • Tempo para a aprovação, análise e direcionamento;
  • Comunicação constante e sincera.

Ou seja, um completo alinhamento entre estratégia e ações a serem tomadas. O sucesso de uma relação entre agência e seus clientes não é uma receita pré-definida, ela depende de uma interação única que apenas existirá se houver confiança, uma aliança entre as pessoas que estão em busca de um objetivo único.

As mudanças da dinâmica entre agência-cliente

O ambiente do marketing é algo complexo, volátil e vasto. Diariamente precisamos estar presentes em um mundo conectado 24/7 e entender as tendências e suas aplicabilidades na vida real, além de lidar com a questão humana e econômica da área.  

Seja você gerente de marketing de uma empresa ou de uma agência já deve ter percebido uma coisa: a economia atual nos implica a trabalhar mais com menos recursos - claro que cada qual com um nível distinto, mas falando amplamente essa é uma realidade de todos.

A volatilidade da economia provoca nas agências uma emergência de adaptação em seus processos devido a contas com menos budget e nas empresas para gerar receita com menos suporte. Com isso, agência e cliente precisam incorporar novas práticas à sua rotina. O que pode vir a mexer com essa relação. Mais trabalho, menos pessoal é igual a todo mundo fadigado.

Para que essa não seja uma realidade próxima, é essencial que tanto agência, quanto cliente entendam que o sucesso só é conquistado quando trabalham juntos, em parceria. Quando há cumplicidade, respeito, vontade e, principalmente, responsabilidade.

Na busca por sucesso, a cumplicidade é nossa maior aliada.

 

Fonte: agenciainbound.com.br

Prepare-se para os principais eventos de Marketing Digital

O marketing digital é uma das áreas mais dinâmicas e inventivas que existem atualmente, sofrendo modificações e atualizações a um ritmo impressionante. Com tantas tendências em foco, não é difícil se perder em meio ao grande número de inovações e mudanças de paradigmas nesse setor.

Nesse contexto, os eventos de marketing digital podem ser uma excelente maneira de conhecer as novas táticas, plataformas e oportunidades deste ramo. Além de contarem com as opiniões e visões dos maiores especialistas do mundo do marketing, esses eventos também trazem ótimas oportunidades para networking, formação de parcerias e compartilhamento de experiências.

Confira agora esta lista que preparamos com os principais eventos de Marketing Digital no Brasil que você não pode perder!

  • RD Summit

Considerado o maior evento de Marketing Digital e de vendas da América Latina, o RD Summit, realizado pela Resultados Digitais, conta com dezenas de palestrantes e especialistas que dão seus insights exclusivos sobre negócios, empreendedorismo e as novas ferramentas do marketing digital.

Diferente dos anos anteriores, em 2017 o evento terá três dias, com muitas palestras, debates e oportunidades de networking com profissionais do Brasil e do mundo. Para este ano a organização espera mais de oito mil participantes ávidos por uma experiência única e completa.

A Resultados Digitais também preparou pelo terceiro ano seguido a RD On the Road, um evento itinerante que vai para as principais cidades do País com palestras, conversas super interessantes e uma ótima oportunidade de network. Esse ano o evento passará por 11 cidades de quatro regiões do Brasil. Em São Paulo ele acontecerá no dia 05/ 07, confira as outras datas aqui.

  • Expo Fórum de Marketing Digital

Produzido pela Digitalks, organização internacionalmente conhecida por seus cursos e eventos de Marketing Digital, a Expo Fórum reúne especialistas de diversos países, formando um enorme contingente de profissionais reconhecidos e inovadores; todos compartilhando conhecimentos de altíssima qualidade. O evento traz ainda um grande número de opções de workshops e entretenimento.  

A Expo Fórum acontecerá nos dias 30 e 31 de agosto e você pode se inscrever aqui.

  • Fire

Voltado ao empreendedorismo digital e ao mercado de infoprodutores, o Fire é um evento organizado pela Hotmart, uma das mais explosivas e promissoras empresas de vendas digitais do País.

Contando com dois dias de imersão pura e enorme quantidade de conhecimentos valiosos, o Fire tenta causar a seus participantes uma catarse, onde grandes profissionais de vários países colocam seus currículos ricos e suas mentes à disposição para que as tendências deste novo mercado sejam absorvidas e compartilhadas.

O evento conta com a participação de profissionais das maiores empresas do Brasil e do mundo. Acontecerá nos dias 31 de agosto e 01 de setembro em Belo Horizonte, Minas Gerais.

  • Social Media Week

Realizado em mais de 22 países, o Social Media Week é um evento de alcance global e oferece um número praticamente ilimitado de oportunidades de aquisição de conhecimento, crescimento pessoal e profissional, além do contato com profissionais de diversos cenários e realidades do mundo.

Com palestras inspiradoras, o evento traz o que há de mais novo e impactante no crescente mercado das mídias sociais. A organização do Social Media Week ainda oferece um grau variado de atrações gratuitas, visando alcançar o maior número possível de pessoas.

Essas reuniões devem ser aproveitadas ao máximo, pois elas irão oferecer a você chances únicas de conhecer os profissionais mais experientes e inovadores da área, além da possibilidade de fazer negócios promissores! Afinal, networking é um dos grandes pilares do marketing.

Este ano o evento acontecerá entre os dias 11 e 15 de setembro, além das dezenas de eventos realizados ao redor do mundo, confira aqui.

  • Planner Summit 2017

Estando em sua quinta edição, a Planner Summit é um evento que reúne profissionais de marketing e publicidade que desejam trocar experiências e conhecimento na área de planejamento.

São dois dias de workshops e palestras com conteúdo inovador e provocador, com a presença de excelentes planejadores de grandes agências e clientes. O evento acontecerá nos dias 19 e 20 de setembro, você pode se inscrever aqui.

  • INBOUND 17

Sendo um sucesso de público, o INBOUND 17 é realizado anualmente pelo Hubspot. O evento de quatro dias conta com a presença de profissionais de todo o mundo, seja da área do empreendedorismo, tecnologia ou marketing digital.

Nos últimos anos tivemos a presença de Rand Fishkin, Dharmesh Shah, Vera Jones, Serena Williams, Gary Vaynerchuk, entre muitos outras pessoas que trouxeram um rico e empolgante conteúdo sobre liderança, negócios, análise de dados, produção de conteúdo, além de trazer as principais tendências do universo do marketing digital e principalmente do inbound marketing.

Este ano o evento acontecerá dos dias 25 a 28 de setembro em Boston, nos Estados Unidos, você pode se cadastrar aqui, mas também é importante lembrar que mesmo não estando no evento é possível acompanhá-lo nas redes sociais do Hubspot. 

Fonte: agenciainbound.com.br

8 dicas para gerentes de marketing que trabalham em empresas tradicionais

 

"O verdadeiro empreendedor é aquele que empreende mesmo sendo funcionário de uma empresa". Você com certeza já ouviu ou leu algo parecido com essa frase. O que ela realmente significa, especialmente para gerentes de marketing?

Podemos dizer que essa frase está relacionada à autonomia e inovação. Pode parecer óbvio, mas nem sempre uma empresa está aberta à mudanças de pensamentos e cultura. Principalmente se estamos falando do departamento do marketing.

Não é tarefa simples estar a frente de uma equipe responsável por alavancar os resultados de uma companhia ao mesmo tempo que cuida do branding da empresa e de praticamente todas as estratégias. Ainda mais se ela for conservadora. Mas isso não significa que não seja possível inovar neste cenário.

É preciso buscar sempre a inovação

A falta de incentivo em inovação pode causar inércia entre os colaboradores e deixar o clima frustrante, o que não é nada bom para os gerentes de marketing. Um time desmotivado e sem autonomia não poderia render o esperado ou superar qualquer expectativa.

Sugerir novas ações pode ser um grande diferencial no competitivo mercado atual, até como destaque profissional.

Aí entra mais um entre os tantos desafios que já rondam a rotinas dos gestores de marketing nas empresas. Especialmente nos últimos tempos, em que cases de marketing online tem aberto as portas para inovações antes inimagináveis.

Como os gerentes de marketing podem inovar em uma empresa tradicional

Marcas conversando por meio de perfis nas redes sociais, ações conjuntas entre concorrentes, interações com a audiência. É um prato cheio para o mercado publicitário de marketing e aumenta o interesse de profissionais que gostariam de fazer a mesma coisa.

Mas estamos falando aqui de negócios e empresas de perfil mais tradicional, que se opõe ou resiste a embarcar nessas "ameaças modernas". Nossas primeiras dicas são para os gerentes de marketing capricharem nos argumentos, que são simples, mas necessários:

1 - Explique que novas medidas não vão afetar os clientes que a empresa já tem

Pelo contrário, a ideia é justamente evitar que os clientes tradicionais migrem para a concorrência. Perder audiência para os competidores é algo que nenhuma empresa quer, tradicional ou moderna. A questão é que os clientes atuais começarão a olhar a empresa com "outros olhos" e se acostumarão com ações mais pontuais e diferentes.


2 - Deixe claro que as mudanças irão agregar valor

Investir em novas medidas, principalmente no meio digital, não vai causar grandes mudanças, nem na cultura e nem na estrutura da empresa. O core do negócio de prestar um serviço de qualidade permanece o mesmo. Procure deixar isso bem transparente para a direção.

Ainda nesse sentido, mostre como os investimentos são relativamente baixos para o retorno que mais ações poderiam trazer. Falar em novas atribuições soa como "vou ter mais trabalho" para quem está à frente do negócio. Cabe ao gerente de marketing esclarecer que isso não vai acontecer.


3 - Podemos combinar os métodos tradicionais com outro digital

Um complemento à dica de que não haverá grandes mudanças, explique que a ideia é combinar métodos tradicionais com a digitalização. É válido buscar casos semelhantes no mercado para apontar que pequenas mudanças podem ser vitais até para sobrevivência do negócio.

Explicar para a diretoria da empresa a importância dessas ações é um momento de negociação. Sabemos que os gerentes de marketing não costumam ter problemas quando é hora de negociar. As próximas dicas são focadas em como colocar a mão na massa, mas acima de tudo, seja sincero na empresa em que você está.


4 - Use dados como base para suas indicações

Por muito tempo foi creditado ao marketing a prática de comandar ações por meio de opiniões muitas vezes subjetivas. Atualmente é possível lançar mão de informações concretas para dar embasamento empírico às propostas de ações.

Por exemplo, se a empresa nunca possibilitou a realização de novas ações nas redes sociais, apure os feitos da concorrência coletando dados de engajamento, compartilhamentos, interações, entre outras ações, para mostrar como investir em meios digitais valoriza a marca e traz resultados verdadeiramente mensuráveis.


5 - Adote metodologias ágeis para inovar e desenvolver o negócio

Empresas tradicionais têm uma grande vantagem: a base de clientes consolidada, independentemente do porte da empresa. E certamente esse consumidor já tem sua presença online, portanto, explore essa vantagem para ser reconhecido pelos clientes.

Aposte na metodologia, como as propostas pelo Agile Marketing. Processo simples e menos burocráticos, softwares para auxiliar na rapidez do movimento das informações e análise constante, respostas rápidas, entre outras ações, vão te ajudar a desenvolver as ideias e acalmar a tensão da direção.


6 - Sensibilidade em relação ao público

Ao mergulhar nos meios digitais, o contato com a audiência se torna mais completo, sendo possível medir sua sensibilidade. As pessoas estão buscando informações, fazendo também suas análises antes de escolher de quem comprar.

Os gerentes de marketing devem investir ações na relação com o público ao introduzir a marca no meio que ainda é novidade para a empresa tradicional.


7 - Conheça bem a audiência da empresa

Aproveite a base de dados que já está disponível na internet para explorar características da audiência. Mas focando na agilidade da metodologia, crie métricas para analisar e investir no que realmente é necessário para sua estratégia.

Ao fortalecer a atuação na internet, pode ser que você note diferenças entre o perfil que haviam traçado até o momento sobre o público da empresa e a audiência digital. Para que a atuação digital seja eficaz é preciso ficar de olho nesse termômetro.


8 - Analise a concorrência

Outra grande vantagem do marketing digital é a oportunidade de estudar casos dos competidores. Assim como olhar ao redor é essencial para convencer os dirigentes à inovação, também é importante para analisar o que pode ou não dar certo.

Claro que não estamos falando de buscar receitas prontas. Cada empresa tem sua identidade e metas e a estratégia digital deve se orientar por elas. Mas analisar os passos da concorrência sempre pode agilizar o seu próprio processo.

Em alguns casos nem mesmo a clareza dos argumentos e capacidade de negociação são suficientes para provar a importância da inovação em empresas conservadoras. Mas lembra o que falamos no início sobre empreender?

A conclusão é que o importante é não desistir. Por isso, empreender e inovar se confundem em seus significados. Sabemos que nesse cenário pode ser um desafio tomar novas ações, porém vale a pena conversar e fazer o seu papel.

Fonte: agenciainbound.com.br

Aprenda a aumentar a performance do seu time com a gestão do Tite

Há alguns anos o nosso futebol se afundou em uma crise jamais vista. A goleada sofrida pela Seleção no jogo contra a Alemanha não só evidenciou problemas táticos e de planejamento, como também deixou explícito o mau trabalho realizado nos últimos anos. Em 2012, José Maria Marin assumiu o comando da CBF após a renúncia de Ricardo Teixeira e tinha nas mãos a difícil missão de gerir a Confederação. 

A imprensa esportiva refletia o que a maioria dos brasileiros expressava: descrença, desilusão e falta de esperança para a Copa de 2018, na Rússia. O cenário era caótico e as perspectivas não eram boas, principalmente em relação ao trabalho de Dunga. Durante o comando do técnico, a seleção apresentou números pouco positivos nas Eliminatórias - em seis jogos, foram duas vitórias, três  empates e uma derrota - e o time ocupava a sexta colocação, correndo o risco de não participar da próxima Copa.

Os números obtidos por Tite desde que assumiu a seleção, em 1 de setembro de 2016, são impressionantes. Nove vitórias em nove jogos, 24 gols marcados nas Eliminatórias e apenas 2 sofridos. Neymar diz que o técnico é genial, Marcelo diz que é o melhor treinador com quem ele já trabalhou, a imprensa europeia quer saber quem é Tite. O trabalho impecável e a excelência em gestão de Tite não é uma novidade e, na verdade, ele já se destacou antes pelos times em que passou.

Em 2012, Tite consagrou-se campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes com o Corinthians apenas 5 anos após o rebaixamento para a série B. Tite é mesmo um técnico diferente, que enxerga talentos e prioriza a gestão de pessoas. A forma de trabalhar de Tite, estratégica e bem planejada, dá bons frutos e pode ser utilizada por você, na sua empresa. Pensando nisso, compilamos algumas lições que podemos aprender com a gestão do Tite na Seleção Brasileira. Acompanhe!

Saiba segurar as pontas

É imprescindível que um gestor saiba lidar com crises. Tite sabe controlar crises através de engajamento, motivação e proximidade com os seus comandados. Em um momento de declínio do Corinthians após eliminação precoce da Libertadores e do fracasso nas semifinais do Campeonato Paulista em 2013, Tite encontrou um ambiente pouco favorável, com jogadores desmotivados e insatisfeitos.

Para conseguir bons resultados e manter a equipe jogando bem apesar das adversidades,Tite motivou os jogadores dando a eles o que faltava: motivos que iam além dos números. Ele mostrou que atuar em um clube como o Corinthians deveria ser uma honra e que a melhor forma de superar a fase ruim era ganhando os jogos. Tite se preocupou em unir o time em torno de um único e claro objetivo: vencer.

Esteja sempre presente

Não só em um time de futebol, mas sim em qualquer outra equipe liderada por alguém, a imagem de um líder presente e dedicado é, com toda certeza, imprescindível. Na realidade, é exatamente por isso que Tite se tornou uma personificação tão popular de um treinador presente no cenário do futebol.

Se perguntarmos sobre o treinador para qualquer jogador que o conhece ou que já foi treinado por ele, é bastante provável que a resposta inclua certas características ou comportamentos de Tite que evidenciam uma liderança presente. O treinador tem o costume de ligar para os jogadores quando pode para conversar sobre os treinamentos, viajar aos finais de semana para assistir de perto os jogos e criar um ambiente de cumplicidade entre ele e o time.

Ser um líder presente não significa, necessariamente, estar literalmente ao lado dos colaboradores a todo momento. No entanto, significa fazer esforços para mostrar interesse, curiosidade e disposição. Esse tipo de atitude influencia diretamente na motivação dos colaboradores e, além de tudo, cria uma relação mais agradável entre o líder e todo o time.

Se mantenha atualizado

Independente do time que você lidera ou do nível de excelência que alcançou, existe sempre um ponto para aperfeiçoar, uma habilidade para desenvolver e um conceito para aprender. Tite foi à Europa, fez cursos e conheceu outros estilos de jogo, de gestão e de planejamento. Ainda que não pudesse aplicar alguns modelos e técnicas ao futebol brasileiro, com certeza a experiência o deu uma nova visão de como gerir equipes.  

Para qualquer gestor a qualificação e o aprimoramento trazem resultados positivos. Quando falamos de times com pessoas de diferentes perfis comportamentais e experiências diversas, se aperfeiçoar é ainda mais proveitoso para alcançar máxima eficácia na gestão.

Não deixe o sucesso subir à cabeça

Como já se sabe, o sucesso de Tite como treinador nos times em que trabalhou não é uma novidade. Foram muitos momentos de triunfo e satisfação mas, em certos períodos, as turbulências foram inevitáveis.

Na realidade é aí que está todo o diferencial deste treinador. A habilidade de superar os momentos difíceis através de uma gestão eficaz e ainda se manter firme durante os  períodos de maior sucesso é o que fez da gestão de Tite um fenômeno exclusivo no mundo do futebol.

Mesmo com a mídia em cima e toda a fama que está sendo proporcionada através da reviravolta do time brasileiro de futebol, o treinador mantém a postura, procura evoluir e além disso, também busca desenvolver o time cada vez mais, sem se acomodar.

Em uma gestão que visa o crescimento, tanto interno quanto externo, é sempre importante ter esse fator em mente. A tendência à acomodação trazida pelo sucesso alcançado é como uma armadilha para os empreendedores. É óbvio que o ritmo de atuação dos gestores é maior em alguns períodos da vida de uma empresa, porém, se acomodar com o início do sucesso pode ser um suicídio para uma empresa.

Respeite, entenda e desenvolva as individualidades

Durante uma das decisões tomadas por Tite para a nova formulação do time do Brasil para o jogo contra o Peru, os adoradores do futebol tiveram mais uma surpresa. O novo treinador estava colocando o Fernandinho - jogador famoso por ser o possível pivô do desastre do 7×1 - como capitão do time no jogo das Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo de 2018.

De acordo com os próprios integrantes do time brasileiro, o treinador tem como característica forte a empatia e, por isso, ele consegue encontrar as individualidades de cada um e usá-las de forma positiva para o time. Essa característica certamente foi aplicada no caso de Fernandinho.

Lidar com pessoas está entre uma das principais funções exercidas por qualquer gestor. Como já sabemos que os seres humanos em geral são seres individuais e exclusivos, fica fácil imaginar a importância da identificação dessas individualidades. Por isso, aprender a trabalhar esses aspectos de acordo com os objetivos da gestão de um negócio é uma decisão muito inteligente a se tomar. A possibilidade de se surpreender com a sua equipe no final, é muito grande.

Fonte: www.solides.com.br

Carta Aberta do UOL: é hora de repensar a publicidade online

Do UOL, em São Paulo

A crença na publicidade online foi abalada nos últimos dias. Alguns dos maiores anunciantes do mundo reduziram ou encerraram o investimento em algumas das principais plataformas de mídia digital.

Em pouco mais de duas décadas, a mídia digital tornou-se o "santo graal" da publicidade. A promessa de atingir o público-alvo com mais precisão, a sofisticação e diversidade de formatos, o enorme alcance e a capacidade única de medir resultados fez desse tipo de publicidade parte essencial de qualquer estratégia de comunicação das empresas. O que era nicho virou mainstream. Os pageviews se multiplicaram, e o investimento não parou mais de crescer.

A crença na publicidade online foi abalada nos últimos dias. Alguns dos maiores anunciantes do mundo reduziram ou encerraram o investimento em algumas das principais plataformas de mídia digital. O motivo? Propaganda associada a conteúdos falsos ou ilegais. Soma-se a isso a falta de transparência nas métricas para mensuração das entregas e resultados. Crônica de uma tragédia anunciada. E finalmente algumas empresas perceberam que colocam suas marcas em risco ao anunciar em páginas sem se preocupar com o conteúdo ou contexto que estra associada a ela.
Entendemos que essas notícias sinalizam o início de um movimento importante do mercado.

A discussão sobre contexto não é nova, e nem é específica das mídias digitais. Quanto mais denso e específico o conteúdo, maior o custo e a disposição do anunciante em investir nessa associação com sua comunicação. Sempre foi assim, seja na TV, seja nos jornais, revistas ou rádio. Mas, infelizmente, essa preocupação foi renegada a segundo plano com a consolidação de plataformas digitais globais, nas quais a própria audiência produz o conteúdo. Uma série de players do ecossistema digital disseminaram a tese em que uso de dados para alcançar o público-alvo já bastavam ou mesmo eram mais importantes do que em que tipo de conteúdo em que a mensagem é veiculada. Essa tese defende que ONDE veicular a campanha já não era tão importante. O discurso defendia focar 100% em QUEM via os anúncios. O mercado absorveu esse conceito com pouca ponderação, até os últimos acontecimentos.

Voltamos ao ponto inicial. Conteúdo transfere credibilidade e relevância para os anunciantes? O UOL acredita que sim. Há mais de 20 anos na produção de conteúdo independente, de qualidade, com transparência e credibilidade. Esses valores são pré-requisitos para que outros publishers façam parte da nossa rede. Entre os nossos mais de 300 parceiros, estão a Folha de S.Paulo, TV Bandeirantes, Cyber Cook, Vírgula, Olhar Digital, Brasil Escola, Rede TV, Gizmodo, Notícias da TV, Omelete, Glamurama, Jovem Pan, canais Discovery e ESPN, marcas que investem em produção de qualidade e que são reconhecidas pela audiência por serem referência nos assuntos que abordam.

Acreditamos em criar um ambiente digital de qualidade com grande audiência. Defendemos uma política de veiculação transparente com ambiente aberto para mensuração e controle por ferramentas contratadas pelo próprio anunciante. Nos apresentamos como empresa confiável para audiência e anunciantes, uma alternativa segura, com alcance, escala em produção de conteúdo e soluções publicitárias nos mais diversos formatos (display, native e video), com baixíssimo risco em associação com conteúdo indesejado, trafego fraudulento ou discrepância entre o que é contratado e o que foi efetivamente veiculado, ainda mais se comparando com investimento em "mar aberto", focado apenas nos dados de audiência.

Oportunistas tentam desqualificar a publicidade digital. Abandonar o meio é renegar os avanços que a internet trouxe e a credibilidade dos produtores de conteúdo jornalístico sério, capazes de oferecer associação de marca em contexto apropriado, com transparência para quem anuncia. É retroceder algumas décadas para não enfrentar o real problema. Content is king, dizia a velha máxima da publicidade. É hora de voltar a levar essa frase a sério.

 

 

Rafael Sampaio: o potencial da publicidade

Autor e consultor em marketing e propaganda

A publicidade no Brasil tem o maior potencial de retorno entre as principais economias ocidentais, devido à menor competição pela atenção e interesse dos consumidores. Ou seja, o anúncio ou comercial aqui em nosso país tende a gerar mais resultados porque a competição pela atenção e interesses dos consumidores é bem menor.

Uma boa medida para se analisar essa diferença está no investimento per capita em publicidade, que é bem baixo no Brasil, na faixa de 88 dólares anuais (dados de 2015, da Strategy Analytics). Em um mercado grande e muito competitivo, caso dos EUA o valor de investimento per capita ao ano é de 567 dólares, ou seja, mais de seis vezes o nosso.

Mesmo em economias menores, mas igualmente disputadas, os valores per capita oscilam entre 4,3 e 5,5 vezes o número brasileiro, caso da Austrália (486 dólares ao ano), Noruega (472) e Reino Unido (379). E até a Argentina investe mais do que nós: 96 dólares ao ano por pessoa.

Não é sem lógica, portanto, que as campanhas publicitárias brasileiras alcançam, principalmente quando feitas com alta qualidade, resultados excepcionais em termos de aumento de volume de vendas, valor superior de preço e aumento do recall e força das marcas anunciantes.

Além disso, graças à altíssima presença da TV e do rádio na vida das pessoas e a seu grande consumo entre a população, a velocidade de retorno dos investimentos em publicidade também é bem grande por aqui inclusive em momentos de dificuldade econômica. Jornais e revistas, por sua vez, mesmo contando com uma cobertura não tão ampla no conjunto da população, são muito efetivos sobre as classes com maior poder de consumo.

Vale destacar que esse valor de US$88 anuais é a média nacional, pois em termos regionais, essa média é cerca da metade. E como o Brasil conta com grupos de comunicação de qualidade em seus principais mercados, existe uma oferta de TV, jornais, rádio e de internet com características regionais e locais, mas com padrões nacionais de execução, o que oferece espaço publicitário de primeira classe em todo o país.

 

Principais estilos de liderança e suas consequências na organização

Por: Carlos Basso

Existem várias teorias sobre os estilos de liderança. A finalidade desses estudos é compreender a relação do líder com seus liderados e observar de que maneira o líder orienta sua conduta e seu estilo de liderança. Tem a finalidade também de expor as características e personalidades dos estilos de liderança. Bernard Bass (2007) argumenta que "desde sua infância, o estudo da história tem sido o estudo dos líderes - o quê e por que eles fizeram o que fizeram".

Houve tempos em que se acreditava que um líder já nascia líder; hoje em dia, está mais que comprovado que isso não acontece, pois não há uma relação direta entre um traço de personalidade e o ser líder.

A forma como cada profissional lidera seu grupo, tem um impacto direto na geração de resultados pelo maior ou menor engajamento dos seus membros, pelo clima motivado para a ação, pela inovação e produtividade gerada na unidade sob sua responsabilidade. Ficou interessado em conhecer um pouco mais sobre os vários estilos de liderança e suas consequências na organização? Confira!

Os principais estilos de liderança

Os profissionais que exercem cargos dentro da hierarquia organizacional o fazem por terem recebido uma delegação de poder. Eles passam a representar os interesses da organização e para tal, fazem a gestão dos recursos que lhe estão disponíveis. É consenso que o recurso mais valioso é o recurso humano e podemos observar que diferentes gestores exercem diferentes estilos no momento de liderar.

Liderar é ser capaz de influenciar pessoas a fazerem de boa vontade o que tem que ser feito em favor do coletivo. Significa, incentivar os membros de um grupo para agirem em torno de um objetivo comum e que todos possam crescer como resultado dos esforços de seus membros.

Dos estudos sobre a teoria dos estilos desde o início do século 20, destacam-se três. São eles: LIDERANÇA AUTOCRÁTICA, DEMOCRÁTICA e LIBERAL. Também sabemos que não existe um estilo correto, os três estão certos, porém, o grande desafio do líder é saber quando aplicar cada estilo.

Além destes três estilos, mais recentemente reconhecemos os estilos de LIDERANÇA SITUACIONAL e LIDERANÇA COACHING com grande poder para influenciar as equipes ao melhor desempenho.

Liderança autocrática (ênfase no líder)

Liderança autocrática é aquela em que o "chefe" é o centro de decisões e é bastante centralizador. O subordinado deve se contentar com ordens, com pouco espaço para questionamento ou sugestões. É um estilo que costuma causar insatisfação entre os colaboradores, desmotivando-os e deixando o ambiente mais sensível a conflitos.

Subordinados sujeitos à liderança autocrática, tendem a desenvolver entre si, forte tensão, frustração e agressividade e em geral, manifestam também, comportamentos de autoproteção. Na execução das tarefas, não demonstram satisfação e só trabalham mais intensamente na presença do "chefe". Na ausência do mesmo, as pessoas tendem a extravasar sentimentos e frustrações. Pesquisas de clima fatalmente captam esses sentimentos.

Liderança liberal (ênfase no liderado)

Diante de uma liderança liberal, as pessoas tendem a atividades mais intensas no início dos trabalhos pela liberdade observada, porém, com o passar do tempo, sem a necessidade de prestar contas, o grupo tende a oferecer baixa produtividade. Embora os subordinados possam estar bem-intencionados, a falta do líder tende a gerar muitas discussões pela ausência de direção.

A liderança liberal segue o pressuposto de que os colaboradores já são maduros o suficiente e não necessitam de um acompanhamento constante. Nesse estilo, o gestor se ausenta com frequência, não fornecendo tantas orientações nem feedbacks  ao grupo.  Ele acredita que deixar o grupo a vontade para a condução das tarefas, estimula a autonomia de seus membros. No entanto, a ausência do líder faz com que o grupo fique com poucas referências da qualidade do trabalho realizado, o que prejudica o desempenho geral.

Como o passar do tempo, as tarefas se desenvolvem ao acaso, com muitas oscilações perdendo-se muito tempo com discussões mais voltadas para motivos pessoais do que relacionadas com o trabalho em si. Esse estilo tende a desenvolver um certo individualismo entre os membros e pouco respeito pelo líder.

Liderança democrática (ênfase no líder e liderado)

A liderança democrática encoraja os colaboradores a participarem, incentiva-os a darem sugestões e opiniões. Além disso, o líder democrático busca ser um facilitador dos processos, ajudando a equipe a desenvolver soluções. Ele se preocupa com a execução do trabalho, mas também com a    qualidade de vida e satisfação do time.

Neste estilo, o líder se mostra bastante participativo, ouvindo, oferecendo dicas e ideias quando necessário, esclarecendo dúvidas, dando feedbacks e auxiliando os membros do grupo a se desenvolverem e melhorarem no desempenho das tarefas. Esse estilo favorece um melhor relacionamento entre todos, uma vez que a comunicação flui com liberdade e as pessoas são incentivadas a se exporem sem críticas ou censura, o que leva os membros a serem mais responsáveis uns pelos outros. Esse ambiente favorece a maior produtividade com qualidade nas tarefas executadas.

Liderança coaching (ênfase na performance)

Na liderança coaching, o líder trabalha para identificar as habilidades e age de forma a ajudar seus subordinados a liberarem seu potencial de desenvolvimento. O líder busca motivar os profissionais, criando um clima de cooperação, confiança e crescimento.

O líder estimula a visão positiva de futuro no grupo e trabalha para que cada liderado reconheça suas expectativas, se auto avaliem em relação ao desempenho atual e busquem capitalizar os pontos fortes e estimula-os para que trabalhem seus pontos a desenvolver.

Neste processo, o líder exibe um interesse verdadeiro pelo aumento de performance de seus subordinados, incentivando a cada membro no estabelecimento de planos de ação para assegurar a melhoria no desempenho. O líder acompanha a evolução individual e dá feedback para manter o liderado alinhado em relação aos resultados projetados.

Liderança situacional (ênfase na maturidade e situação)

Na liderança situacional, segundo estudos desenvolvidos por Hersey & Blanchard, há quatro níveis (D) de desenvolvimento do liderado (que expressam competência x empenho) e isso exige diferentes estilos pelo líder (E) em função da maturidade demonstrada pelo liderado.

Os líderes bem-sucedidos são aqueles que conseguem adaptar seu comportamento para atender às necessidades de seus liderados. Neste caso, reconhecer a maturidade do liderado em relação a situação, é fundamental. Maturidade aqui é expressa pela capacidade de execução do trabalho versus a motivação do subordinado em relação à situação/ tarefa a executar. No dia a dia, o líder tende a enfrentar situações em que há variação tanto na capacidade quanto no empenho pelos liderados para realizar as tarefas.

A variação na capacidade ou na motivação do liderado em realizar, vai exigir diferentes estilos pelo líder. Cabe a ele, portanto, identificar, em razão do nível de maturidade do liderado se deve dar ênfase na direção (orientação ao subordinado) ou ênfase no apoio (incentivo ao subordinado) na execução da tarefa. Assim:

  • Para subordinados com baixa competência e alto empenho, o líder deve fornecer direção para desenvolver suas habilidades.
  • Para subordinados com alguma competência mas baixo empenho, o líder deve fornecer direção e estímulo para continuar a desenvolver as habilidades e restabelecer o empenho.
  • Para subordinados com média a alta competência e empenho variável, o líder deve fornecer apoio para estimular a motivação e a autoconfiança.
  • Para subordinados com alta competência e alto empenho, o líder deve delegar responsabilidades.

É preciso incentivar o comportamento de liderança

Incentivar comportamentos de liderança envolve capacitar de forma alinhada os profissionais que estão nos papéis de gestão e comando. Oferecer treinamentos internos ou contratar consultorias especializadas é o caminho para que as habilidades desses líderes sejam desenvolvidas. Um mesmo líder, se devidamente preparado, pode exibir diferentes estilos de liderança em momentos distintos, conforme a situação exigir. Por que não ter o melhor de dois mundos?

Oferecer capacitação possibilita que esses dirigentes ou aspirantes a gestores, aprimorem suas competências e se tornem capazes de conduzir seus times para a produtividade e sucesso da corporação.

A forma como a liderança é exercida pode influenciar muito na produtividade do trabalhador e no clima da empresa. No artigo de hoje, você pôde conhecer diversos estilos de liderança e os traços específicos de cada um. Todos buscam o crescimento do negócio, e alguns se destacam por valorizar os colaboradores e estimular sua participação, enquanto outros dependem muito do papel do líder.

É muito importante investir em treinamentos para os líderes, para que eles saibam como atuar e assim, auxiliarem as equipes a se desenvolverem e promoverem o crescimento da empresa.

 

 

 

 

Estilos de liderança: descubra qual é o seu


Todo mundo, atualmente, fala em liderança como característica na contratação de profissionais. E isso não se limita à busca por profissionais para ocupar cargos de chefias - empresas pedem atributos de liderança atualmente até para estagiários.
Isso tudo parece um grande absurdo, mas a verdade é que as empresas não necessariamente estão buscando, com isso, novos chefes, mas sim perfis particulares de candidatos e profissionais.
Mesmo como funcionários, no início de nossas carreiras, nos deparamos com muitos perfis diferentes de chefes e líderes: alguns deles são metódicos, outros motivadores, alguns até mesmo ditatoriais. Mas a grande verdade é que como empresários, consideramos cada um deles para posições em nossas empresas, a depender das metas e objetivos que temos para um dos cargos. É aí, nesse exato ponto, que entra o estilo de liderança.
O estilo de um líder é um traço decorrente de sua personalidade, habilidades, qualificações, experiências de vida e, porque não, de seu moral e do contexto no qual está presentemente inserido, tanto em termos profissionais quanto pessoais. Líderes sob grande estresse em situações pessoais, por exemplo, podem desviar ou modificar seu estilo de liderança, tornando-se por vezes mais autoritários e despóticos, outras vezes mais desinteressados e displicentes.
Para prever todos esses movimentos e melhor alinhá-los às metas e objetivos de seu negócio, é preciso traçar perfis e conhecer os estilos desenvolvidos por todas as suas chefias - começando por você mesmo, como proprietário ou dono de um negócio ou empreendimento.
Antes de mais nada, para descobrir seu estilo, é preciso conhecer quais são os principais deles dentro das lideranças. Claro que uma série de outros atributos podem ser avaliados em um líder, muitos deles até subjetivos, mas o fato é que alguns estilos são dominantes quando há uma relação hierárquica de trabalho.
4 estilos básicos
Há muitos tipos de chefes, e todos eles possuem, além de seus perfis de liderança, perfis profissionais que os tornam mais reconhecidos e respeitados por suas equipes ou não. Contudo, em termos de liderança somente, é possível compor um perfil com base na predominância de quatro estilos básicos:
. Dominância;
. Informalidade;
. Formalidade;
. Condescendência.
Esses estilos nunca vêm sozinhos e o perfil de cada líder é determinado, na verdade, pelo peso e coexistência dessas quatro variáveis em seu modo de agir, comandar e decidir. Não há alguém 100% dominante, assim como ninguém é completamente formal em tudo aquilo que faz e desenvolve.
A ciência de conhecer o próprio perfil e o de outros líderes está em admitir que todos possuímos potencial e traços mínimos de liderança, em seus diversos estilos. Contudo, há sempre algo maior ou preponderante, e é nesse item específico que a avaliação de um estilo se fixa: na característica e tendência maior de sua liderança.
Dominância
O estilo dominante gera enorme dinamismo nas relações pessoais, está relacionado a um processo rápido de tomada de decisões e geralmente reflete uma maior autoridade. Esse estilo leva o líder a se expôr a mais riscos, seja motivado por seu carisma e popularidade, ou mesmo pela autoridade e voz que possui sobre seus seguidores e colaboradores.
Líderes com elevada dominância geralmente comandam, usam sua autoridade para distribuir tarefas e impor a ordem, e possuem pulso firme para conduzir equipes inteiras rumo a metas e objetivos maiores. Como pode parecer, e realmente é, esses líderes com alto estilo dominante não são pessoas muito abertas a sugestões e dificilmente desviam de sua rota inicial até que seja tarde demais. De forma extrema, esses líderes podem ser extremamente autoritários, teimosos e até mesmo violentos e brutos em alguns casos.
Grande parte dos casos de assédio moral mais graves ocorre sob a égide de chefes excessivamente dominantes e autoritários, que descartam o fator humano dos membros de sua equipe em prol de objetivos e metas estabelecidos.
Há chefes com o estilo equivocado de dominância. Quando essa característica aflora, o líder com esse traço passa a agir como se seus colaboradores fossem simples peças em seu jogo político e de dominação - destituindo-os de qualquer traço humano e passando a concentrar esforços apenas em ganhar as metas, e não em como o fará.
Informalidade
Alguns líderes possuem carisma e popularidade, mas esse amor por parte de seus colaboradores parte de um caráter e um estilo informal de liderança. Flexível ou até mesmo avesso a regras e padrões, esse líder costuma ser mais alegre e até mesmo distraído, e sua principal preocupação, em geral, gira em torno das pessoas que lidera. Seus objetivos e metas são na maioria dos casos atingidos por meio do diálogo, da promoção e incentivo ao relacionamento e até mesmo por instinto.
Líderes informais muitas vezes são pessoas agregadoras e grandes comunicadores, alguns deles inclusive atingem suas posições em decorrência do seu sucesso nos relacionamentos interpessoais. Self-made men e pessoas que se destacam em empresas por sua personalidade geralmente carregam em suas chefias um perfil com alto teor de informalidade.
Claro, quando excessivo, esse estilo pode criar lideranças vazias e displicentes. Chefes que ignoram regras e utilizam-se da intuição e do improviso sem medir consequências e o impacto de suas decisões.
Por outro lado, esses líderes são pessoas mais abertas, dispostas a negociar e mais francos e transparentes em sua gestão. A informalidade é particularmente benéfica em setores e em departamentos que exigem um maior esforço criativo e inovador - uma necessidade de rompimento com padrões que apenas o líder informal é capaz de conduzir.
Condescendência
Há ainda líderes introspectivos. Ao contrário do que pensa o senso comum, chefes muitas vezes não gostam de se expor e afirmar sua liderança a todo momento. O estilo condescendente de liderança visa atingir metas e concretizar planos, geralmente seguindo a risca os processos e protocolos existentes e agindo de modo focado e até metódico.
Muitas vezes, apesar de não ordenar ou exercer voz impositiva sobre seus seguidores, o chefe condescendente é visto como alguém fechado e avesso a opiniões. Na verdade, é bem o contrário.
Líderes condescendentes estão aberto a opiniões e até mesmo são inseguros a ponto de aceitá-las sem muita discussão - desde que essas opiniões não contrariem padrões, metas e objetivos estabelecidos.
Esse líder passa instruções e cobra de sua equipe a obediência a padrões e procedimentos que lhe foram passados por instâncias superiores.
Um estilo condescendente excessivo pode dar origem a chefes inseguros e indecisos, contudo. Sua obediência ao status quo e ao processo e suas regras acaba se contrapondo à sua tendência natural de se curvar a sugestões, opiniões e principalmente críticas.
Em áreas que exigem rápida tomada de decisão, o líder com perfil excessivamente condescendente pode se dar mal e criar situações de paralisia e até improdutividade.
Formalidade
Esse último perfil é o típico trabalhador. Lideranças formais dão valor apenas ao trabalho árduo, ao esforço e à dedicação de seus funcionários em relação ao projeto. Esse estilo é controlador, mas ao contrário do perfil dominante, se apóia sempre nas regras para afirmar sua autoridade. O relacionamento humano e o diálogo tendem a ser breves e até apressados, mas a valorização da produtividade é algo intrínseco.
Contudo, líderes excessivamente formais podem criar equipes e departamentos burocráticos e pouco funcionais. Jogando sempre pelas regras e sem permitir aberturas e exceções o líder cria um mecanismo de autoproteção para si mesmo e para os parâmetros que compõem as tarefas dado origem a processos morosos e demorados.
Qual o seu estilo?
Todos nos conhecemos, mas há alguém melhor do que você mesmo para responder a essa pergunta: seus colaboradores. Claro, não espere respostas abertas e sinceras, e o motivo é simples: se você for um chefe carismático e idolatrado, colaboradores dificilmente exercerão uma avaliação crítica do modo com o qual você lidera.
E se você for um líder controlador, autoritário e até tirânico, eles também não irão dar origem a avaliações sinceras e diretas - mas dessa vez por medo.
Uma série de sistemas hoje existentes permite que o perfil de liderança e suas componentes e estilos sejam avaliados, sem que líderes e colaboradores sejam expostos. É possível ainda traçar perfis com o auxílio de pesquisas e sondagens junto ao pessoal dentro de empresas, em entrevistas ou enquetes conduzidas e avaliadas por pessoas isentas dos departamentos de recursos humanos respectivos.
O estilo de liderança não apenas aponta para empresas o valor e a orientação de candidatos e futuros líderes dentro do negócio, ele também pode servir como ponto de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal pelos próprios membros da chefia, alinhando seus estilos pessoais àqueles de fato requisitados pelas equipes e pela organização em si.

Fonte: solides.com.br