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Sindicato dos Trabalhadores em Comunicação de Goiás

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Sete palavras para você tirar do seu currículo já

Com a competição acirrada na busca por um bom emprego, o uso de uma palavra errada pode deixar o seu currículo fora da seleção dos recrutadores. Adjetivos exagerados, expressões óbvias e falta de cuidado na descrição de experiências são alguns dos erros a serem evitados, segundo Léo Capelossi, gerente da empresa de recrutamento Page Personnel, e Luciana Caletti, CEO e cofundadora do site Love Mondays, de avaliação de empresas.

A seguir, veja sete palavras que não devem estar no seu currículo, de acordo com os especialistas consultados:

1 - Criativo

Em vez de escrever simplesmente que é criativo, a dica dos especialistas é falar sobre projetos dos quais já participou ou anexar um link do seu portfólio. "É muito melhor quando o candidato descreve suas últimas experiências com resultados e fatos concretos", diz Caletti.


2 - Hobby

Gosta de surfar, costurar, jogar basquete? Os hobbies nem sempre refletem características relevantes para a vaga que você procura, além de ocupar um espaço precioso que poderia ser usado para mostrar suas habilidades vinculadas ao trabalho.


3 - Objetivo

Se o currículo for enviado junto com um e-mail de apresentação que explica seus objetivos, não é preciso repeti-los. Além disso, citar um objetivo muito restrito no currículo pode limitar as suas chances de arrumar um emprego. O importante é ter experiências consistentes, dizem os especialistas.


4 - Desempregado

Usar a palavra "desempregado" ou dizer que está "em busca de trabalho há muito tempo" pode mostrar fragilidade no momento da apresentação. "O poder de fogo de quem está fora do mercado acaba sendo menor do que o daquele que está trabalhando", afirma Capelossi. As datas das experiências profissionais já são suficientes para informar o recrutador sobre seu estado atual.


5 - Pontual

Escrever que é pontual não acrescenta nada para o recrutador, na opinião do gerente da Page Personnel. "A gente parte do princípio que, se um determinado horário é acordado, você deve cumpri-lo", explica. O mesmo vale para as palavras "ético" e "responsável", características que o recrutador já espera que você tenha. Além disso, adjetivos em excesso no currículo podem passar uma má impressão.


6 - Especialista

Colocar que você é especialista em algo pode atrapalhar a visibilidade de seu currículo se a ideia é abrir o leque de possibilidades. Porém, é sempre importante que o currículo seja compatível com a busca. Se o objetivo é encontrar emprego somente na área em que você é especialista, esta dica não vale para você.


7 - Feedback

Jargões como "feedback", "proativo" ou "networking" e expressões desgastadas como "focado em resultados" devem ser evitados, segundo os especialistas. "As pessoas acabam colocando por senso comum, mas na verdade só mostram que o candidato usou clichês do mercado", afirma o gerente.


Outras dicas: nada de Ctrl C/Crtl V nem erros de português

Palavras copiadas de outros textos ou muito repetidas na hora de descrever as experiências profissionais, por exemplo, podem destruir as chances de emprego. "Isso mostra que a pessoa não teve cuidado, não pensou nas competências que ela adquiriu. Cada empresa tem seu histórico, é importante personalizar", afirma Capelossi.

Erros de português não devem estar no seu currículo se você quiser ser um profissional requisitado. Além da correção, é preciso pensar na clareza das palavras, recomenda Caletti. "Os candidatos precisam rever suas experiências e repensar como descrever da forma mais clara possível suas competências e habilidades."

Fonte: economia.uol.com.br

Feedback no processo seletivo: uma regra de etiqueta e respeito ao próximo

Feedback nada mais é que um retorno que o candidato tem da empresa/recrutador, seja ele positivo ou negativo de sua participação em um processo de seleção para uma oportunidade de trabalho. No caso do retorno positvo, o candidato incia na empresa e no caso negativo?

O candidato se prepara, envia o currículo e tem a oportunidade de participar do processo seletivo da empresa, mas não recebe qualquer retorno do resultado. Isso pode ser mais comum do que se imagina. Segundo pesquisas apresentadas pelo site G1 mostra que 91% dos candidatos não recebem nenhuma resposta sobre a sua participação em uma entrevista de emprego. Dentre os 9% que tiveram um feedback do selecionador, 31% relataram que o tempo médio para recebê-lo foi de até uma semana. Nesse grupo, mais de 70% responderam que não receberam explicações quando não foram aprovados no processo.

Questionados sobre o quão importante é ter uma resposta sobre uma seleção, 88% dos entrevistados disseram ser muito importante, 11% acharam importante e menos de 1% avaliaram como pouco importante. A pesquisa levantou também os principais motivos que levam um profissional a desejar uma resposta sobre um processo seletivo. Para 54% dos entrevistados, o gesto demonstra respeito a quem participou da entrevista; 15% disseram que é ideal para não persistir no erro nas próximas vezes; outros 15% afirmaram que é para saber se têm chances numa futura oportunidade; 14% disseram que é para poder seguir em outras entrevistas de emprego; apenas 2% afirmaram que é para dar uma resposta a outro selecionador.

De um lado temos o candidato cheio de expectativas, sonhos, angústias e até limitações que se forem apontadas a tempo, podem ajudá-lo no futuro e com isso a empresa/recrutador, contribui de forma positiva para a vida daquela pessoa. Do outro lado temos a empresa, que na maioria dos casos tem urgência de uma contratação e busca o melhor candidato no mercado para ocupar a posição em seu legado de sucesso e quando encontra é apenas um que ocupará aquela tão disputada vaga. É uma vitória quando se encontra a pessoa certa para o lugar certo, porém quando se deixa de dar o retorno para os outros tantos que se prepararam para ocupar este lugar, é a imagem da empresa e do profissional de RH que fica comprometida, essa comunicação é de extrema importância, pois é a porta de entrada da empresa e se já é falha no início, quem dirá seu fluxo operacional no dia a dia.

Ao longo dos meus 20 anos trabalhando e mais de 12 anos na área de RH, sempre vejo nas redes sociais, em círculo de amigos e até por experiência própria as pessoas reclamarem de não ter tido retorno de um processo seletivo em que participou.
Em pleno século 21 em tempos de redes sociais, celular, email, telefone e tantos meios de comunicação, ainda pessoas ficam sem uma posição em um processo que participou? Não pode ser!!!

É uma questão sim de etiqueta profissional e também de respeito aquele que foi até a empresa, muitas vezes sem condições por estar desempregado já algum tempo, mas se esforçou e tem esperanças e competências que foram adquiridas ao longo de sua vida para voltar a trabalhar e se dispôs a se preparar e ir até lá, portanto deve e merece ter uma posição seja ela qual for.

Para os RH's lembrem-se de que somos Recursos HUMANOS não podemos esquecer disso e deixar-se cair no Operacional e agir como meros "rápidos recrutadores de vagas", não existe um tempo fechado para dar este retorno, pode variar de acordo com questões internas da empresa, mas assim que tiver uma posição do seu cliente (gestor da vaga) posicione a TODOS que participaram e saiba que a sua condição de hoje, pode não ser a mesma de amanhã e o candidato de hoje pode ser o seu gestor de amanhã.

Sucesso a todos!

Fonte: site RH