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Sindicato dos Trabalhadores em Comunicação de Goiás

Carteira de radialista valerá como prova de identidade

Por: Tainá Farfan (ABERT)

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (20), o uso de carteira de radialista como prova de identidade em todo o território nacional.

De acordo com o PL 458/15, do deputado André Moura (PSC-SE), e consolidado pelo relator, deputado Sandro Alex (PSD-PR), a carteira profissional deve ser emitida pelo sindicato da categoria ou, onde não houver sindicato, por federação devidamente credenciada e registrada junto ao Ministério do Trabalho.

O documento deverá seguir modelo padrão, com dados pessoais, fotografia e número de série, por exemplo. O radialista não sindicalizado poderá ter carteira de radialista, desde que seja habilitado e registrado junto ao órgão regional do Ministério do Trabalho.

A proposta altera a Lei 6.615/78, que regulamenta a profissão de radialista.

Ao comentar a aprovação da proposta, Sandro Alex disse que é uma homenagem à categoria, numa referência ao Dia do Radialista, comemorado em 21 de setembro. "A legislação já regulamentou a competência da Federação Nacional dos Jornalistas para emitir carteira de identidade profissional. Não vemos por que razão tal medida não possa ser estendida aos radialistas", disse.

Para o diretor geral da ABERT, Luis Roberto Antonik, "o projeto desburocratiza e qualifica o profissional da radiodifusão".

A proposta seguirá agora para análise do Senado.

 

 

Brasil é um dos lideres em migrações para o 4G na América Latina

 

Atualmente, 35% das conexões móveis já são executadas por redes 4G, e junto México e Argentina lidera os números em migração 4G na América Latina.


De acordo com o relatório anual da GSMA, Brasil, México e Argentina lideram em número de migrações para o 4G na América Latina. A tecnologia já representa 25% das conexões móveis registradas na América Latina, muito por conta da adoção em massa do 4G em grandes mercados do continente. No Brasil, 35% das conexões são executadas pelo 4G.

O aumento da penetração da tecnologia 4G e o grande consumo de dados móveis contribui para aumentar a receita média por usuário das operadoras de telefonia móvel. O cálculo da GSMA Intelligence aponta que a receita originada por serviços móveis na América Latina deve crescer 4% neste trimestre em relação a terceiro trimestre do ano passado.

O estudo da associação também indica que os smartphones respondem por 60% das conexões móveis na América Latina, o que tem impulsionado o uso de redes sociais e outros aplicativos disponíveis em dispositivos móveis. Por conta do grande número de migrações, a tecnologia 4G já ultrapassou no Brasil o número de conexões com o 3G.


Fonte: Minha Operadora

Estudo indica que escutar música alegre alimenta à criatividade

Escutar música alegre alimenta à criatividade e pode ajudar a gerar mais soluções e mais inovadoras em comparação com não ouvir nada, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira na revista científica "PLOS ONE".

Uma equipe liderada por Simone Ritter, da Universidade Radboud, dos Países Baixos, e Sam Ferguson, da Universidade de Tecnologia de Sydney, na Austrália, examinou o efeito da música na cognição e na criatividade, uma qualidade que permite encontrar soluções inovadoras para uma ampla gama de problemas e chegar a novas ideias.

Os cientistas contaram para sua pesquisa com 155 participantes que foram divididos em quatro grupos experimentais, cada um dos quais escutava um tipo de música (tranquila, alegre, triste ou ansiosa), dependendo da sua valência emocional (positiva ou negativa) e excitação (alta ou baixa), enquanto um grupo de controle escutava o silêncio.

Uma vez que começava a música, os participantes realizavam tarefas cognitivas que punham a toda prova seu pensamento criativo.

Os participantes que apresentaram as soluções mais originais e úteis a uma tarefa receberam uma maior pontuação de criatividade divergente, enquanto os que apresentaram a melhor solução possível receberam uma maior pontuação na criatividade convergente.

Deste modo, os pesquisadores descobriram que escutar música alegre, definida como música clássica com valência positiva e alta em excitação, fomenta o pensamento criativo mais divergente em comparação com o silêncio, assegura o artigo científico.

Os autores sugerem, além disso, que as variáveis da música alegre podem aumentar a flexibilidade de pensamento, de modo que o participante pode considerar soluções que não lhe teria ocorrido tão facilmente se realizasse a tarefa em silêncio.

"Este estudo demonstra que a cognição criativa pode melhorar com a música", assegura o estudo, cujos autores querem explorar agora como diferentes sons ambientais podem afetar à criatividade dependendo da origem cultural, idade ou níveis de experiência musical das pessoas.

A pesquisa demonstra ainda que escutar música promove o pensamento criativo de maneira econômica e eficiente em diversos entornos científicos, educativos e organizativos, segundo os autores.


Fonte: UOL

Bug no Android Oreo pode acabar com plano de dados dos usuários

 

POR LEONARDO PEREIRA


À medida que o Android Oreo começa a se espalhar, é inevitável que apareçam alguns bugs pelo sistema, mas um que surgiu recentemente significa que usuários do software devem se manter atentos à conta telefônica.

Uma pessoa postou no Reddit ter descoberto que o Android Oreo não desativava o uso de dados mesmo quando o Wi-Fi estivesse em operação. E rapidamente outros internautas entraram na conversa com relatos parecidos.

Normalmente, o sistema prioriza a entrada de internet pelo Wi-Fi por questões de estabilidade e economia. Assim, usuários podem deixar o Wi-Fi ativo o tempo todo e o Android desativa os dados quando conseguir se conectar via Wi-Fi.

O que acontece no Oreo é que o Android não desativa os dados nunca. Ele recebe sinal da operadora até quando conectado ao Wi-Fi.

Segundo reporta o 9to5Google, o número de pessoas afetadas é incerto, mas a empresa já está ciente da situação e estaria trabalhando para corrigir isso. De qualquer forma, como a distribuição do Android costuma ser lenta, é bem provável que a maioria das pessoas nem enfrente esse problema quando conseguir instalar o Oreo em seus aparelhos.


Fonte: Olhar Digital

Sete palavras para você tirar do seu currículo já

Com a competição acirrada na busca por um bom emprego, o uso de uma palavra errada pode deixar o seu currículo fora da seleção dos recrutadores. Adjetivos exagerados, expressões óbvias e falta de cuidado na descrição de experiências são alguns dos erros a serem evitados, segundo Léo Capelossi, gerente da empresa de recrutamento Page Personnel, e Luciana Caletti, CEO e cofundadora do site Love Mondays, de avaliação de empresas.

A seguir, veja sete palavras que não devem estar no seu currículo, de acordo com os especialistas consultados:

1 - Criativo

Em vez de escrever simplesmente que é criativo, a dica dos especialistas é falar sobre projetos dos quais já participou ou anexar um link do seu portfólio. "É muito melhor quando o candidato descreve suas últimas experiências com resultados e fatos concretos", diz Caletti.


2 - Hobby

Gosta de surfar, costurar, jogar basquete? Os hobbies nem sempre refletem características relevantes para a vaga que você procura, além de ocupar um espaço precioso que poderia ser usado para mostrar suas habilidades vinculadas ao trabalho.


3 - Objetivo

Se o currículo for enviado junto com um e-mail de apresentação que explica seus objetivos, não é preciso repeti-los. Além disso, citar um objetivo muito restrito no currículo pode limitar as suas chances de arrumar um emprego. O importante é ter experiências consistentes, dizem os especialistas.


4 - Desempregado

Usar a palavra "desempregado" ou dizer que está "em busca de trabalho há muito tempo" pode mostrar fragilidade no momento da apresentação. "O poder de fogo de quem está fora do mercado acaba sendo menor do que o daquele que está trabalhando", afirma Capelossi. As datas das experiências profissionais já são suficientes para informar o recrutador sobre seu estado atual.


5 - Pontual

Escrever que é pontual não acrescenta nada para o recrutador, na opinião do gerente da Page Personnel. "A gente parte do princípio que, se um determinado horário é acordado, você deve cumpri-lo", explica. O mesmo vale para as palavras "ético" e "responsável", características que o recrutador já espera que você tenha. Além disso, adjetivos em excesso no currículo podem passar uma má impressão.


6 - Especialista

Colocar que você é especialista em algo pode atrapalhar a visibilidade de seu currículo se a ideia é abrir o leque de possibilidades. Porém, é sempre importante que o currículo seja compatível com a busca. Se o objetivo é encontrar emprego somente na área em que você é especialista, esta dica não vale para você.


7 - Feedback

Jargões como "feedback", "proativo" ou "networking" e expressões desgastadas como "focado em resultados" devem ser evitados, segundo os especialistas. "As pessoas acabam colocando por senso comum, mas na verdade só mostram que o candidato usou clichês do mercado", afirma o gerente.


Outras dicas: nada de Ctrl C/Crtl V nem erros de português

Palavras copiadas de outros textos ou muito repetidas na hora de descrever as experiências profissionais, por exemplo, podem destruir as chances de emprego. "Isso mostra que a pessoa não teve cuidado, não pensou nas competências que ela adquiriu. Cada empresa tem seu histórico, é importante personalizar", afirma Capelossi.

Erros de português não devem estar no seu currículo se você quiser ser um profissional requisitado. Além da correção, é preciso pensar na clareza das palavras, recomenda Caletti. "Os candidatos precisam rever suas experiências e repensar como descrever da forma mais clara possível suas competências e habilidades."

Fonte: economia.uol.com.br

Como fazer seu budget de marketing render mais?

Por: Agência Inbound

Planejar e decidir os recursos do budget de marketing sem estar atento ao planejamento é como preparar um bolo e perceber que esqueceu o fermento só quando ele já estiver assando. Resultado: tarde demais para fazer reparos sem perda de tempo e dinheiro.

Em períodos de recessão econômica saber valorizar os recursos é sempre bem-vindo e necessário. Mas quando se trata de orçamento, não importa se há crise ou vacas gordas. É preciso ter a habilidade de fazer o orçamento render mais e trazer melhores resultados.

Só que como você deve saber bem, essa habilidade não resulta de milagres ou receitinhas de sucesso. Fazer o budget de marketing se encaixar em todas as ações necessárias para o planejamento requer cuidado e atenção.

Porque você deve planejar o investimento do budget de marketing

Então surge a insegurança e todas as dúvidas sobre como, quanto e onde investir para que a estratégia de marketing seja bem-sucedida. Voltando ao nosso bolo, alguém menos interessado poderia dizer que era só colocar mais fermento na receita para ela render mais. Será?

Não somos especialistas em culinária, mas nem é preciso tanto para saber que um bolo saboroso é resultado, sobretudo, do talento do cozinheiro em equilibrar os ingredientes na medida certa. Com seu budget de marketing é assim também:o equilíbrio é essencial.

A falta de bom senso, análise do contexto e planejamento pode trazer mais dúvidas do que respostas. No fim do dia você vai estar pensando se deve investir mais em um número limitado de ações ou se é melhor pulverizar o investimento. E sem saber o que esperar dessa decisão.

Qual a melhor resposta?

Você não vai descobrir se continuar a dar flechadas a esmo sem ter um alvo definido. E isso independe do tamanho do orçamento que você tem disponível. Muitas vezes a forma que se utiliza o recurso é mais significativa do que o valor investido.

Como dividir o orçamento de marketing

Chega o momento de se perguntar: devo usar a criatividade e tentar realizar muito com pouco investimento ou concentrar muito no que é preciso fazer? Definir um budget como alto ou baixo é relativo, depende das necessidades do negócios e, principalmente, da meta.

São os objetivos que vão guiar o escopo da divisão do seu budget de marketing para que ele possa render mais. Ao se orientar pela meta você vai sentir mais segurança para definir o futuro do investimento do orçamento. Eis um passo a passo de como você pode prosseguir:

1 - Determine a sua proposta: sua estratégia tem forma e foco disruptivo, competitivo ou concentrado em vendas? Além de ter a proposta muito clara, suas táticas devem se preocupar em adquirir demanda, ampliar a marca e impulsionar o customer success.

2 - Avalie o desempenho no último ano: olhe para trás ao pensar como será aplicado o budget de marketing. Lance mão das métricas para analisar como a performance pode ser superior ao período anterior.

3 - Monitore o ROI de marketing: tenha controle dos dados, faça análises regulares e comparações periódicas para compreender como os recursos podem ser melhor utilizados. Domine o custo de aquisição (CAC) e o lifetime value (LTV). IMPORTANTE: tomar decisões sem fundamentação factual pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de sua estratégia.

4 - Baseie seus investimentos em ações que tragam mais ROI: determine o budget e o ajuste no decorrer do ano de acordo com as metas do ROI. Por exemplo, se em determinado mês sua campanha de Adwords superar o esperado em ROI, no período seguinte você poderá investir mais em publicidade paga.

5 - Invista mais nas buyer personas que têm mais potencial de vendas: você já deve conhecer, claro. Mas tenha certeza de que você conhece as buyer personas da sua empresa com a palma da mão. Lembre-se o tempo todo quem elas são, o que querem, o que procuram e do que precisam.

Os potenciais clientes vão interagir com a publicidade, com o conteúdo, vão responder às ações. Por isso a buyer persona é fundamental na estratégia para que o budget de marketing seja mais eficaz.

6 - Alinhe as prioridades do negócio com a divisão do budget: assim como as metas de marketing obviamente precisam estar ajustadas às metas gerais da empresa, as prioridades também precisam conversar. Esteja preparado para eventuais mudanças de planos da diretoria.

7 - Desenvolva um plano estratégico: de olho nas metas, determine os conjuntos de ações que, de acordo com os resultados anteriores e sua experiência, vão fazer sua estratégia chegar lá. Tome nota de tudo que vai precisa para realizar as ações, por exemplo, gastos com softwares, eventos, prestadores de serviços, eventuais contratações etc.

8 - Não tenha medo de inovar: basear as táticas nas métricas não limita a criatividade. Muito pelo contrário: a segurança em testar coisas novas impulsiona o sucesso. Você não tem respostas para tudo e alguns resultados só aparecem ao tentar coisas novas, experimentar.

9 - Teste, avalie, recrie e cresça: assim como incentivamos a inovar, a orientação também serve para avaliar o que foi feito, tentar de outras formas e crescer com o aprendizado. Sua equipe pode ter adorado determinada campanha, mas avalie o retorno que cada ação trouxe.

Ainda que muito bem executada, se a resposta e o retorno não forem positivo, repense se ações similares devem ser incluídas no seu budget de marketing. Analise os resultados mês a mês para ter mais tempo de realizar eventuais ajustes necessários na estratégia.

 

 

Facebook negocia com Hollywood produção de programas de TV

'Estamos focados em programas em série', disse Nick Grudin, vice-presidente de parcerias de mídia do Facebook

 Por Reuters

O Facebook está em negociações com estúdios de Hollywood para a produção de programas com qualidade de TV, com o objetivo de lançar uma programação original no terceiro trimestre, informou o "Wall Street Journal" neste domingo (25).

O gigante das redes sociais indicou que está disposto a comprometer-se com orçamentos de produção de até US$ 3 milhões por episódio, em reuniões com agências de talentos de Hollywood, informou o Journal, citando pessoas familiarizadas com o assunto.

O Facebook espera atingir o público entre 13 e 34 anos, com foco na faixa de 17 a 30 anos. A empresa já escalou "Strangers", um drama de relacionamento e um game show, "Last State Standing", disse a reportagem.

"Estamos focados em programas em série e em ajudar todos os nossos parceiros a entender o que funciona em diferentes verticais e tópicos", disse Nick Grudin, vice-presidente de parcerias de mídia do Facebook.

Espera-se que a empresa libere episódios de forma tradicional, em vez de liberar uma temporada inteira de uma só vez como Netflix e Amazon, informou o "WSJ".

A empresa também está disposta a compartilhar seus dados de audiência com Hollywood, segundo a reportagem.

Apple Inc contratou os co-presidentes da Sony Pictures Television, Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, no início deste mês, para liderar seus esforços de programação de video.

A Apple começou sua esperada incursão em séries originais de televisão na semana passada, com um reality show chamado "Planet of the Apps", um programa sem script sobre desenvolvedores tentando atrair o interesse de mentores em 60 segundos enquanto sobem uma escada rolante.

Fonte: g1.globo.com

O iPhone só existe porque Steve Jobs odiava um executivo da Microsoft

E você achando que a raiva só fazia mal às pessoas

Da próxima vez que você pegar seu iPhone na mão - seja para checar suas redes sociais, mandar mensagens ou, se você for old-fashioned, ligar para alguém -, saiba que este pequeno aparelho que você carrega só existe porque, um dia, um executivo da Microsoft irritou o Steve Jobs.

A história é real e foi compartilhada por Scott Forstall, que liderou a divisão de software enquanto Jobs comandava a empresa, durante um evento na última terça-feira (21). 

Segundo Forstall, o executivo - marido de uma amiga da esposa de Jobs - se gabava repetidas vezes dos tablets da Microsoft para Jobs, dizendo que eles iriam "dominar o mundo" com seus novos aparelhos. Dias depois, Jobs apareceu na Apple com uma série de diretrizes e disse "vamos mostrar a eles como se faz". 

Eis o perigo de mexer com pessoas inteligentes.

Fonte: gq.globo.com

Os clientes são nossos aliados de sucesso

Estabelecer uma relação de confiança é um dos principais desafios de negócio. Em um mundo volátil e, muitas vezes, construído sob um castelo de cartas, um relacionamento sem uma base  firme não permanece por muito tempo e pode mudar do dia para a noite.

A área do marketing é um recorte do mundo em que vivemos e quem está inserido nesse microcosmos sabe que relações construtivas são o primeiro passo para o sucesso. Nesse cenário, agências e clientes precisam equilibrar seu status quo e materializar uma ponte que permita o trânsito de ideias e ações que farão desta uma duradoura parceria.

O grupo de consultoria "The Beadford Group" frequentemente utiliza relevantes dados em seus artigos para discorrer sobre a perspectiva do mercado do marketing. Segundo eles, em 1984, a média da relação entre cliente-agência era de 7.2 anos. Uma segunda medição indicou que 13 anos depois, em 1997, a média caiu para 25%, com 5.3 anos de relacionamento apenas. E hoje essa média é menos de 3 anos.

O que isso nos indica?

Em termos práticos, a diminuição da média das relações entre clientes e agências aponta que não está acontecendo o alinhamento necessário para criar um vínculo duradouro entre as partes. E isso não quer dizer que apenas um lado é o responsável.

Ainda de acordo com "The Bedford Group" apenas 39% das relações de negócios geram resultados que atingem ou excedem a expectativa. Tal número mostra que há muitos pontos a serem melhorados nesta relação.

Entretanto, antes de entender o que precisa ser melhorado, precisamos compreender o papel do cliente e da agência.

O papel da agência  

Toda agência de marketing tem um objetivo principal, independentemente de seu nicho de atuação: unir pessoas que querem comprar à empresas que desejam vender, ou seja, ajudar seus clientes a venderem mais e conquistarem melhores resultados.

Pode parecer uma meta simples, mas é a complexidade dessa tarefa que apaixona e motiva diariamente os profissionais da área (nós!).

O mundo está diferente. E está diferente porque as pessoas estão diferentes. Como sociedade não somos os mesmos de 50, 30 ou até mesmo 5 anos atrás. E isso reflete na maneira com que as pessoas interagem com as marcas. O caminho entre público - marca possui muitos degraus, esquinas e obstáculos. E é aí que entra o trabalho da agência: encontrar os caminhos mais eficientes entre essas pessoas ávidas por uma empresa que responda suas questões e as empresas que querem vender (nunca podemos perder de vista) e fazer diferença real na vida dessas pessoas.

Entre algumas das responsabilidades inclui:

  • A criação de estratégia;
  • Planejamento das ações;
  • Expertise em sua área de atuação;
  • Apoio na criação de design e conteúdo (quando necessário);
  • Suporte operacional e gerencial; entre outros.

 

Antes que você imagine que estamos reduzindo o papel da agência em cinco tópicos, deixe-nos explicar. Essa pequena e enxuta lista não é tudo, dentro de cada tópico há pelo menos uma dezena de ações e responsabilidades.

O papel do cliente

Todo cliente espera que a agência chegue com uma solução final para suas demandas. É fato que nem sempre é possível entregar. Por que? Porque lidamos com pessoas. Não somente sobre nós, agências, mas as pessoas para quais queremos unir à uma empresa.

O ser humano, individualmente, responde de formas diferentes a um estímulo. Por isso, por tantas vezes entendê-los numa primeira vez não é uma tarefa possível. Ter a ajuda do cliente nessa empreitada é essencial, pois ninguém conhece (na maioria das vezes) a empresa, seu setor de atuação e seu público melhor do que o próprio cliente.

É pouco prático, da parte do cliente, esperar que a agência, mesmo com seus anos de atuação, chegue com uma solução mirabolante para que seus objetivos sejam alcançados. Pois, esse é um trabalho, uma missão conjunta.

Claro, as relações podem ser complicadas, mas não há como atingirmos uma meta comum sem um vínculo baseado em confiança e respeito. E quando falamos em respeito é além do respeito pela pessoa, mas também por seu tempo e trabalho (e, novamente, isso vale para ambos).

Dentro dessa relação agência-cliente há algumas coisas básicas que esperamos, como:

  • Entregas que façam sentido com objetivos e metas traçadas;
  • Abertura para sugerir novas ideias;
  • Tempo para a aprovação, análise e direcionamento;
  • Comunicação constante e sincera.

Ou seja, um completo alinhamento entre estratégia e ações a serem tomadas. O sucesso de uma relação entre agência e seus clientes não é uma receita pré-definida, ela depende de uma interação única que apenas existirá se houver confiança, uma aliança entre as pessoas que estão em busca de um objetivo único.

As mudanças da dinâmica entre agência-cliente

O ambiente do marketing é algo complexo, volátil e vasto. Diariamente precisamos estar presentes em um mundo conectado 24/7 e entender as tendências e suas aplicabilidades na vida real, além de lidar com a questão humana e econômica da área.  

Seja você gerente de marketing de uma empresa ou de uma agência já deve ter percebido uma coisa: a economia atual nos implica a trabalhar mais com menos recursos - claro que cada qual com um nível distinto, mas falando amplamente essa é uma realidade de todos.

A volatilidade da economia provoca nas agências uma emergência de adaptação em seus processos devido a contas com menos budget e nas empresas para gerar receita com menos suporte. Com isso, agência e cliente precisam incorporar novas práticas à sua rotina. O que pode vir a mexer com essa relação. Mais trabalho, menos pessoal é igual a todo mundo fadigado.

Para que essa não seja uma realidade próxima, é essencial que tanto agência, quanto cliente entendam que o sucesso só é conquistado quando trabalham juntos, em parceria. Quando há cumplicidade, respeito, vontade e, principalmente, responsabilidade.

Na busca por sucesso, a cumplicidade é nossa maior aliada.

 

Fonte: agenciainbound.com.br

Prepare-se para os principais eventos de Marketing Digital

O marketing digital é uma das áreas mais dinâmicas e inventivas que existem atualmente, sofrendo modificações e atualizações a um ritmo impressionante. Com tantas tendências em foco, não é difícil se perder em meio ao grande número de inovações e mudanças de paradigmas nesse setor.

Nesse contexto, os eventos de marketing digital podem ser uma excelente maneira de conhecer as novas táticas, plataformas e oportunidades deste ramo. Além de contarem com as opiniões e visões dos maiores especialistas do mundo do marketing, esses eventos também trazem ótimas oportunidades para networking, formação de parcerias e compartilhamento de experiências.

Confira agora esta lista que preparamos com os principais eventos de Marketing Digital no Brasil que você não pode perder!

  • RD Summit

Considerado o maior evento de Marketing Digital e de vendas da América Latina, o RD Summit, realizado pela Resultados Digitais, conta com dezenas de palestrantes e especialistas que dão seus insights exclusivos sobre negócios, empreendedorismo e as novas ferramentas do marketing digital.

Diferente dos anos anteriores, em 2017 o evento terá três dias, com muitas palestras, debates e oportunidades de networking com profissionais do Brasil e do mundo. Para este ano a organização espera mais de oito mil participantes ávidos por uma experiência única e completa.

A Resultados Digitais também preparou pelo terceiro ano seguido a RD On the Road, um evento itinerante que vai para as principais cidades do País com palestras, conversas super interessantes e uma ótima oportunidade de network. Esse ano o evento passará por 11 cidades de quatro regiões do Brasil. Em São Paulo ele acontecerá no dia 05/ 07, confira as outras datas aqui.

  • Expo Fórum de Marketing Digital

Produzido pela Digitalks, organização internacionalmente conhecida por seus cursos e eventos de Marketing Digital, a Expo Fórum reúne especialistas de diversos países, formando um enorme contingente de profissionais reconhecidos e inovadores; todos compartilhando conhecimentos de altíssima qualidade. O evento traz ainda um grande número de opções de workshops e entretenimento.  

A Expo Fórum acontecerá nos dias 30 e 31 de agosto e você pode se inscrever aqui.

  • Fire

Voltado ao empreendedorismo digital e ao mercado de infoprodutores, o Fire é um evento organizado pela Hotmart, uma das mais explosivas e promissoras empresas de vendas digitais do País.

Contando com dois dias de imersão pura e enorme quantidade de conhecimentos valiosos, o Fire tenta causar a seus participantes uma catarse, onde grandes profissionais de vários países colocam seus currículos ricos e suas mentes à disposição para que as tendências deste novo mercado sejam absorvidas e compartilhadas.

O evento conta com a participação de profissionais das maiores empresas do Brasil e do mundo. Acontecerá nos dias 31 de agosto e 01 de setembro em Belo Horizonte, Minas Gerais.

  • Social Media Week

Realizado em mais de 22 países, o Social Media Week é um evento de alcance global e oferece um número praticamente ilimitado de oportunidades de aquisição de conhecimento, crescimento pessoal e profissional, além do contato com profissionais de diversos cenários e realidades do mundo.

Com palestras inspiradoras, o evento traz o que há de mais novo e impactante no crescente mercado das mídias sociais. A organização do Social Media Week ainda oferece um grau variado de atrações gratuitas, visando alcançar o maior número possível de pessoas.

Essas reuniões devem ser aproveitadas ao máximo, pois elas irão oferecer a você chances únicas de conhecer os profissionais mais experientes e inovadores da área, além da possibilidade de fazer negócios promissores! Afinal, networking é um dos grandes pilares do marketing.

Este ano o evento acontecerá entre os dias 11 e 15 de setembro, além das dezenas de eventos realizados ao redor do mundo, confira aqui.

  • Planner Summit 2017

Estando em sua quinta edição, a Planner Summit é um evento que reúne profissionais de marketing e publicidade que desejam trocar experiências e conhecimento na área de planejamento.

São dois dias de workshops e palestras com conteúdo inovador e provocador, com a presença de excelentes planejadores de grandes agências e clientes. O evento acontecerá nos dias 19 e 20 de setembro, você pode se inscrever aqui.

  • INBOUND 17

Sendo um sucesso de público, o INBOUND 17 é realizado anualmente pelo Hubspot. O evento de quatro dias conta com a presença de profissionais de todo o mundo, seja da área do empreendedorismo, tecnologia ou marketing digital.

Nos últimos anos tivemos a presença de Rand Fishkin, Dharmesh Shah, Vera Jones, Serena Williams, Gary Vaynerchuk, entre muitos outras pessoas que trouxeram um rico e empolgante conteúdo sobre liderança, negócios, análise de dados, produção de conteúdo, além de trazer as principais tendências do universo do marketing digital e principalmente do inbound marketing.

Este ano o evento acontecerá dos dias 25 a 28 de setembro em Boston, nos Estados Unidos, você pode se cadastrar aqui, mas também é importante lembrar que mesmo não estando no evento é possível acompanhá-lo nas redes sociais do Hubspot. 

Fonte: agenciainbound.com.br