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Sindicato dos Trabalhadores em Comunicação de Goiás

Avião que transportava equipe da Chapecoense sofre acidente na Colômbia

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As diretorias da Fitert (Federação dos Radialistas) e dos sindicatos filiados manifestam integral solidariedade às famílias e amigos das vítimas do acidente ocorrido na madrugada desta terça-feira (29) com o avião que transportava a delegação do clube de futebol catarinense Chapecoense para Medellín, na Colômbia.

Segundo as autoridades colombianas, são 75 mortos e 6 sobreviventes. O avião decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com 81 pessoas a bordo (72 passageiros e 9 tripulantes).

As informações iniciais divulgadas na imprensa dão conta de que 7 pessoas foram resgatadas com vida: os jogadores Alan Luciano Ruschel (lateral); Jackson Ragnar Follmann (goleiro); Hélio Zampier Neto (zagueiro); Marcos Danilo Padilha (goleiro); o radialista e jornalista Rafael Henzel (funcionário da Rádio Oeste Capital); a comissária Ximena Suarez; e o técnico da aeronave Erwin Tumiri. Em relação ao goleiro Marcos Danilo Padilha as informações ainda eram contraditórias quando concluímos esta nota - já havia sido divulgado que ele não resistiu e morreu no hospital, depois a Cruz Vermelha corrigiu a informação, mas a Aeronáutica brasileira não o incluía entre os sobreviventes.

Até o momento, o motivo do acidente permanece desconhecido. Segundo informações divulgadas pela imprensa local, a aeronave perdeu contato com a torre de controle às 22h15 local (1h15 de Brasília), entre as cidades de La Ceja e Abejorral, e caiu ao se aproximar do Aeroporto José Maria Córdova, em Rionegro, próximo a Medellín.

A rádio colombiana Caracol divulgou a  lista de quem seriam os passageiros e tripulantes que estariam no avião, porém não há confirmação de que todos os nomes da relação estavam na aeronave.

A Fitert lamenta o ocorrido e se solidariza com as famílias de todos os passageiros, e em especial dos radialistas que estavam presentes. Além de cobrar às autoridades nacionais e colombianas o acompanhamento de perto das investigações sobre as causas da tragédia. Bem como às empresas de comunicação, que devem se responsabilizar também pelo apoio integral (psicológico, financeiro e jurídico) às famílias das vítimas de seus funcionários - que afinal de contas foram vitimados em acidente de trabalho.

Fonte: Fitert.org.br